terça-feira, 28 de abril de 2009

Corrigindo os erros de gramática.

Embora eu seja professor de português, eu cometo erros... e alguns grotescos. Como eu não tenho um revisor para me apontar os erros na correção, antes de publicar as histórias, farei isso agora, ou seja, depois de postadas no blog.

Eu não temo erros. Temo não corrigi-los, porque não estaria sendo justo com meus leitores.

Quarta-feira, 18 de março de 2009

1969 a 1980. Zona sul de São Paulo.

3º parágrafo: “Eu estudava próximo de minha residência...”

Análise: Regência Nominal consiste na relação de dependência entre certas palavras e alguns nomes (substantivos e adjetivos).
Embora a preposição de possa ser usada com o adjetivo próximo, a preposição a é a adequada ao sentido da oração.

Correção: “Eu estudava próximo a minha residência...” (o acento indicativo de crase é facultativo, nesse caso).

Antepenúltimo parágrafo: “Um revólver. Símbolo da extrema covardia de pessoas que não visam o bem”.

Análise: Regência Verbal é a relação de dependência que se estabelece entre os verbos e seus complementos.
O verbo visar pode ser:
1- Transitivo Direto, no sentido de apontar ou pôr o visto:
A funcionária visa o passaporte.
2- Transitivo Indireto, no sentido de desejar, ter em vista, exige a preposição a: Muitos visam à tranquilidade.

Correção: “Um revólver. Símbolo da extrema covardia de pessoas que não visam ao bem”.

* Quinta-feira, 19 de março de 2009

1980 a 1990. Quem com Ferro fere...

Último parágrafo da primeira história: “Recebi propostas de outras escolas mais próximas de minha casa”.

Esse erro me persegue!!

Correção: “Recebi propostas de outras escolas mais próximas a minha casa”.

Sábado, 21 de março de 2009

Penúltimo parágrafo da primeira história: “Como estava ainda próximo de casa”.

Pqp!

Correção: “Como estava ainda próximo a casa”. (aqui não há acento indicativo de crase, porque a “casa” é minha. Se viesse determinada como “a casa de meus avós”, teria o acento)

Terça-feira, 24 de março de 2009

1981. O quadro

Segundo parágrafo: “...toda vez que eu chegava próximo a um fato importante...”

Que merda!!!

Correção: “...toda vez que eu chegava próximo de um fato importante...” (não indica lugar; logo, a preposição exigida é “de”)