O casal, Fefê e Marquinhos
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Confesso a vocês que foi difícil chegar a este capítulo e ainda assim está sendo difícil continuá-lo.
Quero que saibam que este capítulo demorou a ser publicado, porque, quando o escrevi, guardei-o na gaveta de minha escrivaninha, por covardia. Achei-o muito emotivo e até agora não mudei minha opinião, nem meus sentimentos. Revisei-o diversas vezes, mas nada adiantou. E assim será publicado.
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Durante o magnífico ano, participei de todos os momentos importantes na vida de meus pequenos. Teatrinhos, datas comemorativas, festas religiosas, festas juninas, dia das crianças, encerramento de fim de ano etc... etc.
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Eu tornei pessoas infelizes.
Em minha ânsia de me tornar feliz com minha filha, com meus filhos adotados, atingi quem não merecia sofrer: meus pais. Sofreram demais, por minha culpa. Há fatos que foram mascarados, por necessidade do desenvolvimento dos capítulos, mas que não podem ficar na obscuridade. Estão vindo à tona, porque me sinto um nojo.
Meus pais não me merecem. Não foi exatamente essa educação que recebi deles. Trabalhei com mentiras, com o único propósito de não feri-los. Arrependo-me, amargamente.
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Houve fins de semana que Fefê e Marquinhos conheceram seus avós, meus pais. Conviveram com eles. Os quatro demonstraram amor e uma convivência natural entre netos e avós.
Houve uma integração entre minha família e mim, a fim de que eu casasse para poder adotá-los, tal era o amor entre as crianças e meus pais.
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Quando minha mãe soube da adoção, a vida ruiu... problemas de saúde apareceram, depressões, internações.
Depois de seu restabelecimento, levei-a ao Guarujá algumas vezes, em festas comemorativas, e ela tinha ainda todo amor das crianças.
Amor, o maior sentimento que recebemos dO Filho de Deus. Eu O ignorei. Fiz-me de vítima, acovardei-me...
.........................
Semanas depois de termos ido a festas comemorativas junto às crianças, minha irmã me telefonou.
-- André!! A mamãe tá aí em seu apartamento?
-- Não!! Faz dois dias que não a vejo. O que está acontecendo, Roseli?
-- A mamãe sumiu, André!
-- Sumiuuuuu??? Comoooo sumiuuu???
-- Estou na casa deles... o papai já não a vê há mais de um dia, e está muito preocupado.
-- Meu Deus!!! Eu acho que sei aonde ela foi.
-- Ache a mamãe, André!
Certamente, eu sabia onde ela estava.
XXXXXXXXXXXXXX
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Confesso a vocês que foi difícil chegar a este capítulo e ainda assim está sendo difícil continuá-lo.
Quero que saibam que este capítulo demorou a ser publicado, porque, quando o escrevi, guardei-o na gaveta de minha escrivaninha, por covardia. Achei-o muito emotivo e até agora não mudei minha opinião, nem meus sentimentos. Revisei-o diversas vezes, mas nada adiantou. E assim será publicado.
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Durante o magnífico ano, participei de todos os momentos importantes na vida de meus pequenos. Teatrinhos, datas comemorativas, festas religiosas, festas juninas, dia das crianças, encerramento de fim de ano etc... etc.
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Eu tornei pessoas infelizes.
Em minha ânsia de me tornar feliz com minha filha, com meus filhos adotados, atingi quem não merecia sofrer: meus pais. Sofreram demais, por minha culpa. Há fatos que foram mascarados, por necessidade do desenvolvimento dos capítulos, mas que não podem ficar na obscuridade. Estão vindo à tona, porque me sinto um nojo.
Meus pais não me merecem. Não foi exatamente essa educação que recebi deles. Trabalhei com mentiras, com o único propósito de não feri-los. Arrependo-me, amargamente.
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Houve fins de semana que Fefê e Marquinhos conheceram seus avós, meus pais. Conviveram com eles. Os quatro demonstraram amor e uma convivência natural entre netos e avós.
Houve uma integração entre minha família e mim, a fim de que eu casasse para poder adotá-los, tal era o amor entre as crianças e meus pais.
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Quando minha mãe soube da adoção, a vida ruiu... problemas de saúde apareceram, depressões, internações.
Depois de seu restabelecimento, levei-a ao Guarujá algumas vezes, em festas comemorativas, e ela tinha ainda todo amor das crianças.
Amor, o maior sentimento que recebemos dO Filho de Deus. Eu O ignorei. Fiz-me de vítima, acovardei-me...
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Semanas depois de termos ido a festas comemorativas junto às crianças, minha irmã me telefonou.
-- André!! A mamãe tá aí em seu apartamento?
-- Não!! Faz dois dias que não a vejo. O que está acontecendo, Roseli?
-- A mamãe sumiu, André!
-- Sumiuuuuu??? Comoooo sumiuuu???
-- Estou na casa deles... o papai já não a vê há mais de um dia, e está muito preocupado.
-- Meu Deus!!! Eu acho que sei aonde ela foi.
-- Ache a mamãe, André!
Certamente, eu sabia onde ela estava.
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